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segunda-feira

9º Festival do Caracol no Vale de Santarém


O Rancho Folclórico do Vale de Santarém vai realizar entre 26 e 28 de Junho a nona edição do seu Festival do Caracol.


Além dos muitos petiscos no bar do recinto, onde nunca faltarão os deliciosos caracóis,  o evento contará com a actuação de artistas de renome regional e nacional.


Na sexta-feira, às 20:30, terá lugar a abertura do festival sendo que a partir das 21:30 o Duo Novo Ritmo abrilhantará o baile pela noite dentro, apenas interrompido das 23:30 às 01:00 para actuação do cantor Sérgio Rossi.

Sábado abre às 13 e às 15:00 inicia-se a tarde radical com diversas actividades, e depois a noite iguala a de sexta, mas será a vez do grupo Geração XXI animar o baile e a cantora Nucha é a estrela convidada para actuar.



No domingo, dia 28, as actividades começam logo às 10:00 com uma Caminhada pela vila, depois às 15:00 acontece a Tarde Infantil com insufláveis e às 18:30 será a mega aula de zumba com Silvana Patrício.


O baile de domingo contará com a actuação do Duo Daniel Matos e o encerramento do Festival será às 01:00


Localização: Veja aqui o mapa





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CARTAZ DO 9º FESTIVAL DO CARACOL


Já há caracóis ?!



Caracol lembra cerveja gelada, pedaços de pão embebidos no molho aromático, em finais de tarde na esplanada em amena cavaqueira. Nem toda a gente os aprecia, mas quem gosta, gosta mesmo.

Lentamente este petisco começa a entrar nos hábitos das populações do centro do país e até já se encontra em alguns (poucos) estabelecimentos no norte.

Há, sobretudo, alguma repugnância por este animal, de que se conhecem 35 mil espécies e que é um molusco gastrópode que pertence a um grupo que inclui outras espécies marinhas como os bivalves, polvos, chocos e lulas.

Para além disso, possui uma espécie de “pé”, ou músculo ventral, que lhes permite deslizar sobre um rasto de muco, nunca entrando em contacto com quaisquer materiais ou impurezas. Significa isto que o caracol é um bicho bem mais limpo do que, por exemplo, uma galinha ou uma vaca, até porque a sua alimentação é quase exclusivamente feita à base de plantas.

Os nutricionistas não hesitam ao afirmar que a carne de caracol é um dos alimentos mais saudáveis que podem ser consumidos pelo Homem. É pobre em gordura (0,5% a 0,8%) em comparação com a de vaca (11,5%) e galinha (12%) e, para além disso, cada 100 gramas correspondem a apenas 80 calorias.

Em paralelo, o caracol é rico em proteínas (12% a 16%) e sais minerais. E, de acordo com o ministério espanhol da Saúde, nesse conjunto de proteínas está presente a quase totalidade dos aminoácidos necessários ao corpo humano, sendo uma opção de alta qualidade para regimes hipocalóricos, dietas para desportistas, diabéticos e quem sofra de anemia, grávidas e mães a amamentar

O caracol é, desde a Antiguidade, recomendado como remédio para vários tipos de males. Crendices ou não, é certo que os aminoácidos contribuem para a reconstituição da integridade dos tecidos gástricos e, portanto, para a cura de úlceras.

Um absoluto lugar comum relaciona os caracóis com a lentidão. Mas nunca ninguém se tinha lembrado de medir a velocidade que atingem, até um grupo de cientistas – norte-americanos, pois claro – se ter dedicado à tarefa de determinar que a velocidade média de um caracol comum é de um milímetro por segundo.

E já que o assunto é velocidade, importa acrescentar que o caracol foi escolhido como símbolo pelos criadores da “Slow Food”. Este movimento, que pode ser traduzido literalmente por “comida lenta”, foi fundado em Itália em 1986, tem já representações numa centena de países e luta pela protecção dos produtos e receitas de qualidade e tradicionais.
 
Através de várias iniciativas, a associação promove a cultura gastronómica, desenvolve a educação do gosto, conserva a biodiversidade agrícola e protege os alimentos tradicionais do risco de extinção.
 
Afinal, ser lento não é necessariamente uma desvantagem.



 


Caracóis e “caracoles”


 
No nosso país, as receitas mais tradicionais não dispensam, como já se viu, o tempero dos orégãos e do alho.
 
Já em Espanha, as versões dos “caracoles” mudam de região para região. Se no sul do país vizinho, imperam os molhos com especiarias e tomate, na Catalunha foi criada uma paella à base de carne de coelho e caracóis.
 
E não é difícil encontrar, em plena Andaluzia, um gaspacho gelado com caracóis.
Em Logroño, na Galiza, a sopa e o guisado de caracóis são os pratos típicos na Noite de São João, a 24 de Junho. E Em Aragão, o petisco mais procurado são as caracoletas assadas e regadas com um molho de azeite e alho.
 
Atravessando o Mediterrâneo, os caracóis são também consumidos no Norte de África, sendo a cidade marroquina de Marraquexe um dos centros gastronómicos do gastrópode, que é cozinhado com especiarias como açafrão e uma pitada de canela.


Os “escargots” franceses



Na Península Ibérica, os caracóis são habitualmente conotados como um prato servido em locais populares. Mas, do outro lado dos Pirinéus, em França, tomam o nome de “escargots” e são uma iguaria servida nos restaurantes mais luxuosos, tendo mesmo sido concebida uma linha específica de talheres para evitar que os comensais usem as mãos

Os “escargots” são parte importante do património gastronómico gaulês, sendo consumidos como entrada ou prato principal. No Natal e na passagem de ano, nunca faltam à mesa dos franceses, sendo essa a época de maior consumo. A forma tradicional de os cozinhar envolve um molho à base de manteiga, alho e salsa

O consumo de caracóis em França ronda a 40 mil toneladas por ano, das quais cerca de metade são importadas de países como Portugal, Espanha e Grécia.


A criação de caracóis


 
“Helicicultura” é a designação técnica dada à criação de caracóis e este nome remete para a forma de hélice das conchas. Como é natural, é em França que esta actividade económica se encontra mais desenvolvida, em quintas espalhadas um pouco por todo o país. Além da reprodução pura e simples, os criadores dedicam-se igualmente ao cruzamento de espécies, procurando obter exemplares de dimensão apreciável e, ao mesmo tempo, com o sabor mais desejado. Para isso, tentam obter animais “mestiços” com os genes dos caracóis mais comuns e das caracoletas.
 
Hermafroditas, os caracóis podem acasalar com qualquer outro indivíduo da sua espécie, desde que este se mostre disponível, produzindo uma apreciável quantidade de ovos. Os caracóis podem parecer animais muito vulgares, mas algumas espécies encontram-se ameaçadas de extinção, principalmente devido à acção do Homem e à poluição. Outras existem apenas em cativeiro, reproduzindo-se em jardins zoológicos.

Estes animais variam significativamente de tamanho. A maior espécie terrestre é o Gigante Africano, que pode medir até 30 centímetros, enquanto o campeão dos caracóis aquáticos vive nos mares da Austrália, atingindo 45 centímetros e 20 quilos. A longevidade também é variada, e se grande parte das espécies não atinge os três anos, existem caracóis com 30 anos.





sexta-feira

O beijo dos caracóis


Vyacheslav Mischenko, fotógrafa ucraniana, é conhecida pelas imagens que faz com caracóis no seu ambiente natural. Desta vez, captou dois caracóis numa cereja, num ‘beijo’ que enternece. Mischenko considera que esta é uma das mais belas imagens que alguma vez conseguiu.







O beijo dos caracóis





Dois caracóis, duas cerejas e muita paciência, até ao clique no momento certo. Vyacheslav Mischenko voltou a mostrar as suas capacidades como fotógrafa, capaz de transportar da natureza os momentos mais enternecedores.





A foto foi conseguida em Zhytomyr Oblast, na Ucrânia. Vyacheslav viu as movimentações dos caracóis e percebeu que, com muita paciência, iria conseguir registar o beijo dos caracóis.





Foi um momento belo, como belos são os momentos que a natureza exibe. E Vyacheslav deixa um conselho: “As pessoas perdem tempo com o que é desinteressante. E se olhassem para a olhar para a natureza com mais atenção, conseguiriam testemunhar momentos tão belos como este”.





A fotógrafa ucraniana já conseguira imagens semelhantes, com os ‘beijos’ dos caracóis ao ambiente que os envolve. Esta é mais uma das fotografias brilhantes que junta ao seu longo portfólio.





Foto: Vyacheslav Mischenko/CATERS

terça-feira

Caviar de caracol produzido no Algarve desafia chefes

O chamado "caviar branco", que mais não é que ovas de caracol e cujo preço pode atingir os 1.500 euros por quilograma, está a ser produzido no Algarve e a constituir um novo desafio para os chefes da alta cozinha.

O preço elevado deve-se à raridade do produto, já que cada caracol produz em média cerca de quatro gramas, uma vez por ano, e nem todos os ovos apresentam a qualidade exigida para a chamada cozinha 'gourmet'.

Caviar de Caracol Algarvio
"O nosso produto não é transformado, é puro e mantém-se puro desde a recolha até ao seu embalamento. Temos um pequeno segredo que nos permite ter o produto inalterado e quebrar o ciclo de crescimento do caracol", disse Altair Joaquim, sócio-gerente da CaviarBlanc, empresa responsável pela produção destas ovas, frisando que "é esse segredo" que garante a diferença e a qualidade da marca algarvia, produzida perto do concelho de Olhão.


Originalmente desenvolvido em França, o caviar de caracol começou a ser produzido em Portugal há já alguns anos, sendo toda a produção dirigida à exportação.

Altair Joaquim disse que a ideia de negócio da "CaviarBlanc" no Algarve surgiu há cerca de quatro anos, depois de se "debruçar sobre informações" que o pai trouxera de França sobre helicicultura, processo de criação e exploração de caracóis da espécie Helix Aspersa Maxima.

Há dois anos, a ideia consolidou-se e o projeto de Altair Joaquim foi aprovado e financiado por fundos comunitários no âmbito do PRODER, permitindo a construção de toda a estrutura necessária para a produção de caracóis, e a recolha, tratamento e acondicionamento dos ovos.

O responsável pela CaviarBlanc prevê que a produção de ovos de caracol possa atinja os 200 quilogramas por ano, depois da conclusão de todos os investimentos previstos [uma nova maternidade], o que deverá ocorrer até ao final deste ano.

Para escoar o produto, o empresário aposta nos mercados europeu e asiático, frisando que o grande objetivo é atingir "uma forte implantação nos Emirados Árabes Unidos e em Macau".

"Gostava de dizer que o nosso alvo é o mundo inteiro, para dar a provar o produto a toda a gente. Contudo, neste momento, focaliza-se em distribuidores dos produtos de alta qualidade a nível 'gourmet' e no setor da alta cozinha", explicou o produtor algarvio.

Em Portugal, a estratégia de promoção do "caviar branco" passa pelo contacto direto com chefes cozinheiros prestigiados, tendo conseguido que o produto começasse já a ser utilizado por Luís Mourão, responsável pelo restaurante Al Químia, do Epic Sana Algarve Hotel, um hotel de cinco estrelas de Albufeira.

"É um caviar diferente que não é utilizado com frequência, mas tem tido muito boa aceitação por parte dos clientes. Tem sido uma experiência interessante", disse Luís Mourão.

Apesar da boa reação que tem tido dos clientes, Luís Mourão reconheceu que, por vezes, se disser que se trata de ovas de caracol, o cliente "fica um pouco reticente". Se disser que é caviar branco, "fica bem, sai melhor".

Em plena cozinha, Luís Mourão explicou que a grande diferença entre o caviar tradicional de esturjão e o caviar de caracol está no sabor.

"Enquanto o outro [esturjão] sabe mais a mar, este tem um sabor a terra, um bocadinho mais salgado. São coisas completamente diferentes", descreveu.

'Escargot' com caviar branco e pão de pistacho, 'foie gras' -- fígado de pato ou ganso - temperado com caviar branco em vez da tradicional flor de sal e uma margarita onde o caviar branco substituiu novamente o sal são algumas propostas apresentadas por Luís Mourão e a sua equipa.

O chefe disse ter sido fácil associar os ovos de caracol aos pratos do seu menu que têm 'escargot' e que as características do próprio caviar propiciam a sua conjugação com outras iguarias.

A empresa 'CaviarBlanc' de Olhão está a direcionar a divulgação e comercialização do produto para os chefes de cozinha, disponibilizando cada frasco de 28 gramas por 42 euros.

segunda-feira

Cuba invadida por gigantes africanos


Esta espécie pode crescer até ao tamanho de um rato e é uma ameaça às espécies locais e também para os humanos.







giant snail
Fotografia © Timur V. Voronkov | Wikimedia Commons


Cuba detetou uma invasão de caracóis gigantes africanos. Esta espécie chegou a Havana no verão passado, mas não se sabe a causa, anunciou a BBC.


A espécie, que cresce até ao tamanho de um rato, é extremamente destrutiva e a sua chegada ameaça outras espécies de moluscos que apenas existem em Cuba, pois comem muitas das plantas que encontram e que são vitais para a sobrevivência de outros seres vivos. Estes caracóis são, assim, considerados uma das piores pragas do mundo.


Os moluscos que invadiram Cuba, para além de se adaptarem rapidamente ao ecossistema, também se reproduzem de uma forma acelerada - conseguem pôr entre 100 a 300 ovos por mês.


Cuba vai tentar controlar a população destes caracóis, e posteriormente removê-los à mão, mas a erradicação é praticamente impossível.


Para além de ser perigosa para outras espécies, esta espécie de caracóis é também perigosa para os humanos porque transporta um parasita que causa meningite.


Os caracóis gigantes africanos já invadiram outros países como o Brasil e a Venezuela.





Notícia DN 20150216


terça-feira

Investigação: A vibração dos caracóis

Contra a doença vibroacústica 

Quatro estudantes dos Açores venceram o Concurso de Jovens Cientistas com uma investigação sobre os efeitos dos sons de baixa frequência na glândula digestiva dos caracóis.

A explosão foi de alegria com lágrimas à mistura. Quando o júri anunciou que a equipa da Escola Secundária da Lagoa, nos Açores, era a grande vencedora do concurso da IV Mostra Nacional de Ciência, organizada pela Fundação da Juventude, com o Programa de Biomonitorização da Doença Vibroacústica, os jovens não cabiam em si de contentes. Seguiram-se os restantes premiados, na certeza de que todos os concorrentes se sentiam ganhadores. O facto de estarem ali, no Museu da Electricidade, naquele dia, com uma exposição pública tão grande, já foi um “verdadeiro prémio”, como muitos acentuaram.

A doença vibroacústica (DVA) não é não muito conhecida, mas afecta milhares de pessoas em todo o mundo. Causada pela exposição excessiva aos RBF (sons com frequências iguais ou inferiores a 500 hertz), dentro deste grupo incluem-se os infra-sons (menos de 20 Hz), que não se ouvem mas se sentem. E é extremamente difícil um ser humano não se encontrar exposto aos RBF, nos nossos dias, pois existem muitas fontes.

Os RBF têm consequências em todo o organismo e, apesar de a grande maioria não ser perceptível ao ouvido humano, o organismo reage quando é exposto, sobretudo no que concerne ao tecido conjuntivo, pois há um aumento da produção de colagénio pelas células deste tecido, que se vai depositar em diversas estruturas cardíacas.

A acumulação excessiva provoca o aumento de rigidez destas estruturas, afectando o sistema circulatório, o que leva a uma distribuição anormal de oxigénio pelo organismo, causando, entre muitas outras patologias, a epilepsia. O tempo de exposição determina os sinais e sintomas demonstrados pela população sujeita a ambientes com RBF, sendo tanto mais graves quanto maior o tempo de exposição.


O estudo dos jovens açorianos consistiu no desenvolvimento de um programa que permitiu biomonitorizar os efeitos desta doença em seres vivos no seu meio natural. Até agora, apenas foram realizados estudos da DVA utilizando animais (mamíferos) em meio laboratorial, o que confere a este projecto um carácter inovador e mais próximo da realidade. Com vista à biomonitorização em meio natural desta doença, seleccionou-se como bioindicador, para este trabalho, o Helix aspersa (o vulgar caracol de jardim) e, como biomarcador, a sua glândula digestiva. Tendo como base medições sonoras prévias, procedeu-se em quatro locais diferentes da ilha de São Miguel à recolha de espécimes aos quais foi removida a glândula digestiva, após o que se iniciou um procedimento histológico, para obter preparações definitivas de todas as amostras, de modo a poder analisar o tecido conjuntivo.


Os resultados obtidos neste projecto levam a concluir que o Helix aspersa é um bom bioindicador para futuras pesquisas relacionadas com a DVA, e que a sua glândula digestiva, especificamente o tecido conjuntivo presente, é um bom biomarcador de efeito para o problema em estudo, o que permitirá a intervenção precoce no desenvolvimento da patologia e, assim, prevenir os efeitos mais graves desta doença.


Fonte: Superinteressante

Snail farming - European Commission

Interessante vídeo sobre a criação de caracóis a nível europeu e a sua expansão e possibilidades de crescimento. 

Clique na imagem


Já conhece o creme de baba de caracol ?


Qualquer mulher que se preocupe com o seu aspeto, sabe a importância de manter um rosto belo e bem cuidado. Um dos grandes segredos é manter a pele do rosto sempre hidratada, até como forma de evitar as rugas nas mulheres mais jovens, no entanto isto não soluciona todos os problemas que a pele possa ter.


creme de baba de caracol é um creme que utiliza precisamente a baba do caracol como ingrediente principal, apesar de esta ideia poder parecer estranha inicialmente, verá que este creme terá efeitos fantásticos na sua pele.


O caracol produz esta baba para conseguir regenerar a sua casca e se o consegue, imagine o que este creme não pode fazer pela sua pele.



O creme de baba de caracol é especialmente indicado para mulher que tem manchas no rosto ou problemas de acne. Existem inúmeras soluções no mercado mas infelizmente, muitas delas acabam por não fazer qualquer efeito, já o creme de baba de caracol por ter uma abordagem completamente diferente, irá provocar melhorias na sua pele do rosto que são visíveis logo após a segunda aplicação.



Conheça o creme que está em voga atualmente e saiba o que ele pode fazer pela sua pele.




Benefícios do creme baba de caracol



Já sabe que o caracol utiliza esta baba para conseguir regenerar a sua casca, descubra agora os benefícios para o seu rosto. Mesmo que não tenha alguns problemas para os quais este creme é indicado, como acne, poderá utilizar o creme de qualquer das formas.


O creme de baba de caracol é natural e sem contra-indicações conhecidas, portanto poderá utilizar como o seu creme habitual. Entre os benefícios deste creme destacamos:


  • Contém alantoína que possibilita a regeneração da pele;

  • Possui vitaminas e proteínas que enriquecem, dão suavidade e possuem um efeito anti-inflamatório;

  • Contém antibióticos naturais que combatem as bactérias da pele, ajudando assim a eliminar o acne;

  • É rico em colagénio e elastina que são componentes do tecido conectivo da pele, logo ajuda a eliminar as rugas;

  • Possui ainda ácido glicólico que permite a esfoliação ou o “peeling”;

  • Entre outros.



Como pode verificar,  o creme de baba de caracol é como a maquilhagem invisível, mantém a sua pele lisa, suave e hidratada, dando-lhe um aspeto saudável sem o uso de qualquer maquilhagem. A partir da primeira utilização vai notar a suavidade na pele, mas a partir da segunda utilização já conseguir verificar que a sua pele se encontra mais lisa e uniforme.


Como utilizar o creme baba de caracol?


O creme de baba de caracol não necessita de condições especiais para a aplicação. Sendo um creme natural que utiliza elementos presentes na natureza, o creme de baba de caracol pode ser utilizado como creme de dia ou de noite. No entanto, uma vez que a maior parte da regeneração da pele ocorre enquanto dormimos, recomendamos a aplicação de noite (se não puder utilizar de dia e de noite).


Para uma maior eficácia e consequente beleza da pele, a mulher deve utilizar este creme após limpar a pele, de forma a que todas as propriedades sejam devidamente absorvidas.


A mulher pode conjugar este creme com uma limpeza da pele em três pequenos passos, ou seja, execute primeiro a limpeza mas substitua o creme final pelo creme de baba de caracol.


Este creme vai rejuvenescer a sua pele sem que para isso seja necessário um grande esforço, após 15 dias de utilização vai descobrir uma nova pele, lisa, sem manchas, sem acne e com um aspeto brilhante e nutrido.


Ao adquirir um destes cremes, opte por um que seja o mais natural possível pois por vezes as marcas de cosméticos têm tendência a colocar outros componentes, mas neste caso, o mais indicado é que seja o mais natural possível.


Abrace a natureza e descubra um rosto cada vez mais perfeito com o creme baba de caracol!

quinta-feira

Imperiais, tremoços e caracóis: serão saudáveis?


Uma cerveja acompanhada por um prato de caracóis são alguns dos nossos tradicionais hábitos de verão. Falámos com uma nutricionista para saber se podem ser considerados saudáveis.









Chega o verão e não é apenas a temperatura que muda. Por muitas vezes ser sinónimo de férias, é sempre altura propícia para alguns deslizes no que concerne à alimentação. Na esplanada, sob o sol, regressa a vontade de partilhar uma conversa entre amigos à volta destes hábitos que, não nos sendo exclusivos, também são bem portugueses. Mas fica a questão: serão saudáveis? O melhor mesmo é irmos por partes.







Caracóis, os reis da esplanada










A nutricionista Ana Carolina Soares alerta que os caracóis "devem ser bem confecionados". Mas até podem ser um bom substituto para um lanche. Constituídos por água, ricos em proteínas e pobres em gorduras, os caracóis contém cálcio mas também cobre, ferro, magnésio, e zinco, o tipo de sais minerais que contribui para a saúde do organismo. Possuem um baixo valor calórico, de cerca de 100 quilocalorias por 100 gramas, e como na sua confeção são cozidos, mantém boa parte das suas propriedades. 










Em Portugal tornou-se um dos nossos clássicos de verão. E é normal vermos esplanadas ocupadas por gente tão diferente em torno de algo em comum: um prato de caracóis, sejam os mais pequenos, sejam os maiores, de concha castanha escura, mais conhecidos por caracoletas. Mas o hábito de comer caracóis não é nosso nem é de agora. Muito antes de nós, cerca de 300 A.C., já Aristóteles descrevera pormenores relativos à produção e consumo de caracóis. Alguns achados arqueológicos revelaram conchas de caracóis junto a vestígios de ossos e fogueiras, o que poderá querer dizer que já os nossos antepassados pré-históricos se sentavam "à mesa" para degustar um bom prato de caracóis. Embora para quem não aprecie caracóis, a principal razão seja uma simples questão de paladar e de estética – convenhamos que não é o prato mais bonito que já nos passou pela frente –, mesmo os seus apreciadores devem ter atenção ao que comem. É que apesar do valor nutritivo destes pequenos animais, a confeção pode conter extras, como bacon ou toucinho, que, embora apetitosos, aumentam inevitavelmente o valor calórico do prato. Mas o cuidado, alerta a nutricionista, deve estar também com "o pão e a manteiga", que muitas vezes acompanham o prato de caracóis.










A "saúde" de uma cerveja







Deixamos para o fim a rainha das nossas esplanadas: a cerveja. Entre as bebidas alcoólicas, a cerveja é das que tem menor teor alcoólico, algures entre 3 a 8% por volume. Trata-se de uma bebida já consumida há milhares de anos e apreciada pelos mais diversos povos. Em média, o seu valor calórico andará à volta de 42 calorias por 100 ml, o que quer dizer que uma lata de cerveja rondará as 130 calorias.










Como as bebidas alcoólicas fermentam com alguma facilidade no estômago, têm tendência a dilatá-lo. O que quer dizer que a expressão "barriga de cerveja", embora possa ter alguma validade, não deixa de ser algo preconceituosa: muitas outras bebidas alcoólicas têm o mesmo efeito. Apesar de tudo, se a opção for por uma cerveja, moderação é a palavra certa. A cerveja tem "vitaminas de complexo B, que são importantes em tudo o que é o processo de energia no nosso corpo". Mas quando perguntamos se tem mais benefícios do que malefícios, Ana Carolina Soares sorri, desconfiada da pergunta. "É discutível", mas também "dependerá da pessoa", esclarece.







Na verdade fruta e saladas continuam a ser algumas das opções mais leves e saudáveis para o verão. São frescas, saborosas e vão certamente ser eficazes quando o que se quer é manter uma barriga tonificada. Mas se no verão costumamos cometer alguns excessos, a verdade é que há claramente tradicionais piores do que outros. As batatas-fritas de pacote, snacks, gelados muito calóricos ou a já tradicional bola de Berlim na praia, acabam por ser opções com poucos benefícios do ponto de vista nutricional.










Por isso, se se sentar na esplanada em boa companhia, de espírito pronto para alguns excessos alimentares, se calhar a melhor opção é ficar pelos nossos tradicionais mais antigos. Um prato de tremoços ou de caracóis substituirá o lanche. E em vez de um refrigerante muito calórico, talvez até não seja má ideia escolher uma cerveja fresquinha. Não convém é abusar. E lembre-se: com ou sem álcool, beba com moderação. A barriga tonificada irá agradecer.


segunda-feira

Mais algumas curiosidades sobre os caracóis


Não é costume dar-se muita importância àqueles pequenos moluscos rastejantes que temos no jardim ou vemos nos parques e quintais. 


Por vezes até os pisamos sem querer. Outras vezes, são servidos num prato, como petisco. 


Há quem não lhes ache piada alguma, mas já existe quem os queira conhecer melhor. 



Foi isso que aconteceu em 2009, ano dedicado a Darwin e à evolução, com um estudo que tinha como finalidade contar as espécies de caracóis terrestres e examinar o seu polimorfismo, isto é, perceber se as características da concha são ou não importantes para a sua sobrevivência.







Os resultados do estudo revelam que, em Portugal, predominam os Cepaea nemoralis. Sabe-se, também, que existem em maior número no litoral e que a sua presença quase não se nota no Algarve.





Entre os seus principais predadores figuram os tordos, aves que não são nada meigas na hora de comer os caracóis. 



Para lhes tirar a carapaça, os tordos têm de esmagá-la contra uma rocha ou uma superfície pedregosa. 



E alguma vez imaginaste que um pirilampo pode acabar com os caracóis? Pois é, aquele bichinho minúsculo injecta os ovos no corpo mole dos caracóis. Quando as larvas nascem, alimentam-se do corpo do caracol e este acaba por morrer.





Casinha protectora


Sabias que a carapaça do caracol funciona como camuflagem, ou seja, serve para o proteger dos predadores, quando tem uma cor que não se distinga da vegetação e que o faça passar despercebido? 




Por exemplo, um caracol branco numa zona muito escura seria logo descoberto e, por isso, atacado. O clima e o tipo de solo também têm uma grande influência na forma como o caracol consegue (ou não) sobreviver.



domingo

Caracóis e toxoplasmose na gravidez




Afinal as mulheres grávidas podem ou não comer caracóis?





Os caracóis se forem bem cozinhados não deverão representar qualquer perigo.


A toxoplasmose é transmitida através da carne crua, legumes, verduras e fruta mal lavadas.




Toxoplasmose


Podemos dizer que o caracol já é visto há muito tempo como "marisco" e também é cozinhado de igual modo.


Há grávidas que, devido ao medo da toxoplasmose, durante a gravidez não comem mariscos e no entanto o marisco é cozinhado.


Existem muitas mulheres grávidas que apesar de não serem imunes à toxoplasmose continuam a fazerem as suas vidas de forma normal.


É preciso, no entanto, ter alguns cuidados de higiene ao mexer em gatos e cães e lavar muito bem os legumes e as frutas se forem comidos crus.


Os enchidos e presuntos também há quem evite, ou então congela e depois descongela o que produz o mesmo efeito desinfectante que quando é cozinhado.
Se mexerem na terra deverão lavar bem as mãos pois pode conter resíduos de xixi e cloriformes fecais além de pelos de animais.














sexta-feira

Quais as espécies de caracóis que são comestíveis ?


Rolanda Albuquerque de Matos, bióloga, é considerada a maior especialista nacional em caracóis.


Na verdade, explica a bióloga, só há em Portugal quatro espécies comestíveis: "Por ordem decrescente de tamanho: a caracoleta (nome científico mais conhecido, Helix aspersa), o maior caracol terrestre português; acaracoleta moura também conhecida como boca-negra na Madeira (Otala lactea); o amarelinho,riscadinho ou riscado, ou caracol-das-canas, o caracol português mais bonito pela grande variedade de cores que a concha pode apresentar (Cepaea nemoralis); e o caracol a que chamo caracol-das-cervejarias e os apreciadores caracol pequeno (Theba pisana). Um caracol (Helicella virgata) do mesmo tamanho e muito parecido com este último e que pode encontrar-se nos mesmos locais não tem valor gastronómico, pois dizem que é muito amargoso, referido por alguns como caracol-do-diabo."


 




 


 


 


 


Observação:


H. pomatia e H. aspersa são as duas espécies comestíveis que são mais utilizados na cozinha europeia.


O último é conhecido como caracol riscado.


 Caracol Branco :: Theba Pisana




Caracol Branco


(Theba Pisana)


Caracoleta Grande :: Helix Aspersa Maxima


Caracoleta Grande


(Helix Aspersa Maxima)


Caracoleta Canário :: Helix Cepaea


Caracoleta Canário


(Helix Cepaea)


Caracol Riscado :: Otala Lactea


Caracol Riscado




(Otala Lactea)

quarta-feira

Curiosidades sobre os caracóis, ou “escargot”




Apenas três espécies de caracóis recebem a designação "controlée" de “escargot”






Existem milhares de espécies de caracóis no mundo mas apenas três recebem a designação "controlée" de “escargot” : o Bourgogne ou Helix pomatia linné, o Petit Gris ou Helix aspersa e o Gros Gris ou Helix aspersa máxima.




Qualquer outra espécie, comestível que seja, deverá ser chamada por seu nome comum local ou nome científico, sem confundí-la com os escargots. O erro mais comum, atualmente, é chamar a Achatina fulica de escargot sem apontar claramente a distinção.






O homem consome caracóis desde a pré-história. Suas conchas são encontradas empilhadas junto a utensílios culinários em diversos sítios arqueológicos.





A palavra caracol vem da raiz que significa girar. Os Romanos os chamavam de helix devido à concha em espiral. Os gregos kocklos por sua concha, que levou a coquilla ou caracol em espanhol, que ao poucos gerou escargol na França do s. XIV, atualmente escargot.





Os Gregos relatam o consumo da carne dos caracóis e os romanos acreditavam que os escargots curavam a bebedeira e a indigestão, sendo receitados aos doentes do estômago. Seus navios os recolhiam na Espanha e Norte da África para vender aos patrícios. Os Catalães também acreditavam que este hors-d’oeuvre facilitava a digestão de pratos suculentos e pesados.





Os marinheiros portugueses e espanhóis os levavam a bordo em suas longas viagens como mantimento de carne fresca.







O escargot foi consagrado na culinária francesa em 1814 quando o príncipe de Talleyrand ofereceu ao Czar da Rússia, Alexandre I, um prato de escargots, que foi degustado com satisfação evidente. O consumo do escargot alcançava o requintado uso de talheres especiais, para prender a concha e extrair a iguaria guardada em seu interior.












O Animal e sua Representação





Animal de hábito noturno, sua atividade depende das condições climáticas. Ele se fecha para se proteger das condições adversas, podendo passar meses e até anos, neste estado de hibernação ou estivação.





O caracol é uma figura presente em variadas áreas da vida – na arquitetura, esculpido na fachada de grandes catedrais, na pintura, escultura, cerâmica, é cantado na música e louvado em poesia. Mundo afora, o caracol está na mesa, nas brincadeiras das crianças e nas lendas imaginárias. Figura.





Na mitologia, os Deuses do Olimpo se regalavam com esta iguaria, cuja concha figurava em ouro. Por ser hermafrodita representa a androginia nas esferas místicas.





Na religião é símbolo da ressurreição: o escargot que desaparece no inverno emerge da terra na Páscoa. Anuncia a volta do sol e a vida após as chuvas da primavera perfazendo o ciclo da vida e da morte.





Nos campos ele é símbolo de fecundidade, presságio de felicidade, calor e luz.








O Escargot Curandeiro





De Hipócrates a nossos dias, tanto a medicina quanto a farmácia encontraram nos escargots, a partir dos derivados desse molusco – muco, carne e concha, um aliado para aliviar males humanos, no tratamento dos diversos órgãos do corpo.





A lista de sintomas tratáveis é extensa e as fórmulas de preparação das receitas, também. Dizem os textos que, macerados e aplicados em compressas, os escargots eliminam a flacidez dos seios, fervidos servem de xarope para aflições pulmonares, crus eles curam úlcera e atuam como laxativos, protegem a voz dos cantores, e vivos eliminam verrugas e cicatrizam queimaduras.





O escargot secreta substâncias que protegem e regeneram a pele e já serviram de base para cosméticos franceses, no passado. Hoje, assistimos à volta do uso de componentes animais em poderosos preparados com finalidade cosmética e, dentre estes, está o derivado do escargot, a helicilina.




terça-feira

Receitas caseiras para eliminar caracóis


Armadilhas para acabar com caracóis e lesmas:











1 – Cerveja










Uma das soluções mais populares é a aplicação de pratos com cerveja nas zonas mais afetadas. Coloca os pratos ao mesmo nível da terra do jardim e espera que as lesmas e os caracóis caiam lá dentro e se afoguem.


Verifica com regularidade as armadilhas e vai retirando a bicharada!





















2 – Cinza, cascas de ovos e cascas de carvalho








As cinzas da lareira, cascas de ovos e de carvalho colocadas à volta das plantas repelem os caracóis e as lesmas pois provocam irritação e desidratação dos mesmos.

















3 – Vasos de cerâmica de pernas para o ar












Uma das técnicas mais utilizadas é colocar vasos de cerâmica ao contrário, contra os raios solares e ligeiramente levantados do chão.





Esta técnica resulta muito bem, porque as lesmas e os caracóis estão sempre à procura de um local com sombra para descansarem e, desta forma, os vasos acabam por ser a armadilha perfeita. Inspeciona todos os dias e retira os animais viscosos que estejam no seu interior até que a infestação termine.








E depois de desinfestar aprenda a evitar os caracóis no jardim





Remove todos os detritos que estiverem espalhados no chão do jardim, como tijolos, tábuas, aparas de relva e as ervas daninhas, pois estes são locais tradicionais onde se escondem os caracóis e as lesmas – ao fazê-lo estarás a reduzir o seu habitat.