quarta-feira

O caracol


Caracol





Os caracóis são moluscos gastrópodes, não são insectos como as moscas e os escaravelhos nem aracnídeos como as aranhas. Têm uma espécie de “pé” que lhes permite deslizar sobre um rasto de muco que segregam. Os caracóis deslocam-se muito devagar, mas conseguem fixar-se e subir ou descer sempre que for necessário.




Na sua generalidade, os caracóis são ao mesmo tempo macho e fêmea (hermafroditas) e podem acasalar com qualquer outro caracol da sua espécie, desde que este se mostre disponível!





É chique pedir escargots num restaurante, mas estes não passam de caracóis! 


Podemos comer os caracóis do nosso quintal desde que depois de capturados fiquem sem alimento durante uns dias, para limpar o seu sistema digestivo. 


São uma delícia!








Concha: é feita de cálcio, endurecida para proporcionar protecção contra a maioria dos predadores, mas não contra todas as aves.





Padrão: o padrão das conchas dos caracóis difere de espécie para espécie. No entanto, na mesma espécie, alguns indivíduos exibem uma coloração diferente.





Espiral: no sentido dos ponteiros do relógio ou no sentido contrário, consoante a espécie.





Alimento: principalmente plantas, mas certos caracóis são predadores e comem outros caracóis, também podem comer excrementos de aves.





“Pé”: os caracóis deslocam-se usando o seu músculo ventral que é muito desenvolvido.





Tentáculos: na extremidade dos tentáculos ficam os olhos do caracol.





Pele: sensível, depende da protecção da concha para não secar.





Muco: permite a deslocação do caracol, protege-lhe a pele e ajuda-o a fixar-se em superfícies lisas, como as folhas.





Rádula: “língua”, tipo ralador, que lhes permite desfazer a comida.








Espécie em vias de extinção: os caracóis podem parecer animais vulgares, mas alguns encontram-se ameaçados de extinção. Por exemplo, muitas espécies do género Partula encontram-se extintas na natureza devido à acção do Homem. Outras existem apenas em cativeiro, reproduzindo-se em jardins zoológicos.





Pragas: certas espécies de caracóis podem constituir uma praga para os agricultores quando devoram as plantas cultivadas.





Reprodução: os caracóis têm uma corte elaborada que se inicia pelo disparo de um dardo “de amor” por ambos, que os predispõe para o acasalamento! Depois de acasalarem, ambos podem pôr ovos.





Postura: os caracóis escavam um buraco e enterram entre 30 a 50 ovos no chão. Estes ovos são redondos e possuem uma casca branca dura.





Desenvolvimento directo: quando os ovos eclodem, os jovens caracóis já têm a respectiva concha e crescem até atingir o estado adulto.





Espécies: conhecem-se cerca de 35 mil espécies de gastrópodes que incluem os caracóis e as lesmas. Os gastrópodes pertencem ao grupo dos moluscos que são na sua maioria aquáticos, e entre as quais se incluem os bivalves, os polvos e as lulas.

terça-feira

Caviar de caracol algarvio a 1500 euros o quilo


Jovem de 29 anos aposta em negócio inovador e prepara-se para exportar para China e Dubai










Aquele que poderia ser considerado o jovem mais empreendedor do Algarve, Altair Joaquim, de 29 anos, está a apostar forte na criação e produção de “caviar” de caracol, na zona de Olhão, e já se prepara para exportar para a China e o Dubai. 


As ovas são consideradas super exclusivas já que são bastante raras. 


Um quilo pode valer mais de 1500 euros, conta o jovem algarvio, que há quatro anos criou a ‘Caviar Blanc’ para se dedicar a este “produto inovador” e com um enorme potencial. Altair sonha tornar o Algarve num local de grande relevo na produção deste tipo de caviar…

Escargot Caviar


If you think gathering sturgeon caviar is hard, consider this: scientists say that when snails make love, it can take anywhere from seven hours to a few years to complete the act, after which the snails lay only about 100 eggs in the dirt.


That’s a lot of love that goes into those eggs, and for a few enterprising, daring chefs, those eggs are an earthy, woodsy garnish for blinis, salads, or soups. For Chef Matthew Dolan of San Francisco’s Twenty-Five Lusk, the tiny white pearls have become an obsession that he took back with him from Finland.


“I heard about them in Helsinki, where there’s a very deep fish egg culture, but I didn’t try them,” Dolan says. At least initially, he was understandably turned off by the idea of eating snail eggs. But thanks to a stubborn purveyor who kept foisting tins of the unusual ovaries on him, Dolan relented. “I had the idea that it would be the slimiest, nastiest thing out there,” he says. “But I was wrong. It tasted like the forest floor. The flavors were more like aromas. It was like a pine forest on a warm summer day.”


His initial distaste has quickly molted into obsession, and a need to find the perfect flavor combination for the pearly white caviar, which resemble cooked Israeli couscous but have a firmer texture. “After I tasted the caviar, I couldn’t stop talking about it. I ended up eating half the tin. My wife was like, ‘if I hear about escargot caviar one more time…’”


Dolan might be abundant in his praise, but escargot caviar actually has an understated elegance. It’s almost like a flavor Rorschach test: the caviar tastes different to everybody. For some, the eggs bring out hints of pine, mushroom, and rosemary. For Dolan’s sommelier, they tasted a bit like grape leaves (“maybe the snails were snacking on them that day? I dunno,” he says). Some, like Kelly Stern, owner of Beverly Hills Caviar, say they taste like non-spicy onions. One thing has been almost universal, though: diners at Twenty-Five Luskhave almost all taken to snail caviar with wide-eyed pleasure. “They all go in expecting one thing, something very assertive, and then they’re amazed that it’s so mild and pleasant,” Dolan says. “It’s like a surprise and a relief at the same time.”


PURVEYOR STARTS THE SLOW(ER) FOOD MOVEMENT



Snail caviar is a rare product in Europe, and rarer still in the United States—mostly because for years the eggs were thought bland and tasteless. But several years ago a former French chef-turned-snail-harvester decided to change up the cultivation process, which has now led to a tiny but burgeoning snail caviar industry and a growing appetite for the eggs.


Many credit the growing popularity to Dominique Pierru, who in 2004 claims he and his wife “wanted to have a more stable, sedentary profession and snail breeding was the perfect answer.” Pierru claims to have removed the pasteurization process, which had previously dulled the caviar’s earthy flavors, instead simply quick-blanching the eggs in a hot bouillon and then curing them in sea salt, starch, citric acid, and rosemary.


Because of the labor involved—each snail lays only 100 eggs a year—a 30-gram tin of snail caviar can run upwards of $100, more than most domestic sturgeon roe (but not as much as the best Osetra caviar, which still reigns supreme).


Some chefs have run across the caviar by accident, and may start including the item in dishes. Former Chez TJ Chef Joey Elantario says he ran across dollops of snail caviar in the Palo Alto, California, restaurant’s garden, but harvesting enough of the eggs for a dish would be near-impossible. “They were great, though. We [the kitchen staff] snacked on them,” he says.


NOT IN THE CHAMPAGNE ROOM



One mistake some chefs might make is treating snail caviar like its fishy cousin. “We see it as a very fine way to serve something that tastes faintly like vegetables,” says Stern, whose company has sold snail eggs for five years and is now offering tins of it at new caviar vending machines. “You have to eat something else to understand its flavor. On its own it’s not impressive, but in contrast it shows off its flavor.”


Even the time-tested caviar combo of blinis, crème fraîche, and Champagne becomes tricky with snail eggs, which are far less assertive and taste much earthier than sturgeon. “You need to get away from blini and crème fraîche,” Dolan says.


StarChefs.com tasted Dolan’s second attempt at flavor pairing snail caviar, an ahi tuna appetizer with vanilla powder and avocado mousse. The caviar gave a nice balance to the fish and served almost as a truffle addition—gilding the lily with a bit of luxury beyond the reach of most mortals.

quinta-feira

Produção de caracóis rende três milhões e está a crescer em Portugal

A produção de caracóis em Portugal ultrapassa as 500 toneladas/ano e rende três milhões de euros, mas pode crescer muito se multiplicar as exportações, segundo dados divulgados hoje na Lourinhã no I Encontro Nacional de Helicicultores.





A informação disponibilizada aponta para a existência de centena e meia de produtores, de norte a sul do país, e 300 hectares de área de produção.






Entre 2012 e 2013, o número de produtores aumentou mais de 200%, graças em parte ao financiamento comunitário de projetos.





Antes de 2009, estima-se, existiriam apenas cinco produtores em todo o país, mas a procura por áreas de negócio alternativas à agricultura tem vindo a atrair investidores e em 2013 os produtores eram já mais de 60.





A Helixcoop, a única cooperativa de helicicultores a nível nacional, tinha 13 associados em 2011, quando foi constituída, e hoje possui cerca de 30. 





Em Portugal, são consumidas por ano cerca de 13 mil toneladas de caracóis, de várias espécies, por ano. 





Dados de 2014 apontam para mais de 500 toneladas produzidas e três milhões de euros faturados. Desta produção, 80 a 90% tem como destino o mercado nacional, mas em 2014 o país importou 1,1 toneladas, adquiridas a um preço médio de um euro por cada quilograma.





Em contrapartida, exportou 22,6 toneladas, vendendo o produto a um preço médio de três euros o quilograma e tendo como principais mercados a Espanha, França, Itália, os grandes concorrentes de Portugal no mercado externo. Entre os mercados emergentes estão países asiáticos e árabes.





Os helicicultores querem, por isso, valorizar a produção nacional, combatendo a entrada de outras espécies, como a "caracoleta de Marrocos", vendida a baixos preços e sem grande qualidade, e apostando na exportação e na transformação do produto, por exemplo, com a venda de miolo de caracol ou pratos já confecionados.





"É um produto com grande valor nutricional, nomeadamente proteico, e pode substituir muitas carnes, por ter baixo teor de gorduras", explicou Paulo Geraldes, presidente da Helixcoop, que tem sede na Lourinhã.





Os caracóis têm também compostos bioativos que previnem o cancro, motivo pelo qual os ovos e a baba de caracol são procurados pela indústria farmacêutica. O helicicultor adiantou que 1 a 2% da produção tem já esse destino.





A Helixcoop está a desenvolver um projeto para criar a primeira organização de produtores do país, no sentido de organizar a produção e criar canais de comercialização, não só junto de cadeias de hipermercados nacionais, que já absorvem 15 a 20 toneladas, bem como no estrangeiro.





LUSA





terça-feira

Já conhece o creme de baba de caracol ?


Qualquer mulher que se preocupe com o seu aspeto, sabe a importância de manter um rosto belo e bem cuidado. Um dos grandes segredos é manter a pele do rosto sempre hidratada, até como forma de evitar as rugas nas mulheres mais jovens, no entanto isto não soluciona todos os problemas que a pele possa ter.


creme de baba de caracol é um creme que utiliza precisamente a baba do caracol como ingrediente principal, apesar de esta ideia poder parecer estranha inicialmente, verá que este creme terá efeitos fantásticos na sua pele.


O caracol produz esta baba para conseguir regenerar a sua casca e se o consegue, imagine o que este creme não pode fazer pela sua pele.



O creme de baba de caracol é especialmente indicado para mulher que tem manchas no rosto ou problemas de acne. Existem inúmeras soluções no mercado mas infelizmente, muitas delas acabam por não fazer qualquer efeito, já o creme de baba de caracol por ter uma abordagem completamente diferente, irá provocar melhorias na sua pele do rosto que são visíveis logo após a segunda aplicação.



Conheça o creme que está em voga atualmente e saiba o que ele pode fazer pela sua pele.




Benefícios do creme baba de caracol



Já sabe que o caracol utiliza esta baba para conseguir regenerar a sua casca, descubra agora os benefícios para o seu rosto. Mesmo que não tenha alguns problemas para os quais este creme é indicado, como acne, poderá utilizar o creme de qualquer das formas.


O creme de baba de caracol é natural e sem contra-indicações conhecidas, portanto poderá utilizar como o seu creme habitual. Entre os benefícios deste creme destacamos:


  • Contém alantoína que possibilita a regeneração da pele;

  • Possui vitaminas e proteínas que enriquecem, dão suavidade e possuem um efeito anti-inflamatório;

  • Contém antibióticos naturais que combatem as bactérias da pele, ajudando assim a eliminar o acne;

  • É rico em colagénio e elastina que são componentes do tecido conectivo da pele, logo ajuda a eliminar as rugas;

  • Possui ainda ácido glicólico que permite a esfoliação ou o “peeling”;

  • Entre outros.



Como pode verificar,  o creme de baba de caracol é como a maquilhagem invisível, mantém a sua pele lisa, suave e hidratada, dando-lhe um aspeto saudável sem o uso de qualquer maquilhagem. A partir da primeira utilização vai notar a suavidade na pele, mas a partir da segunda utilização já conseguir verificar que a sua pele se encontra mais lisa e uniforme.


Como utilizar o creme baba de caracol?


O creme de baba de caracol não necessita de condições especiais para a aplicação. Sendo um creme natural que utiliza elementos presentes na natureza, o creme de baba de caracol pode ser utilizado como creme de dia ou de noite. No entanto, uma vez que a maior parte da regeneração da pele ocorre enquanto dormimos, recomendamos a aplicação de noite (se não puder utilizar de dia e de noite).


Para uma maior eficácia e consequente beleza da pele, a mulher deve utilizar este creme após limpar a pele, de forma a que todas as propriedades sejam devidamente absorvidas.


A mulher pode conjugar este creme com uma limpeza da pele em três pequenos passos, ou seja, execute primeiro a limpeza mas substitua o creme final pelo creme de baba de caracol.


Este creme vai rejuvenescer a sua pele sem que para isso seja necessário um grande esforço, após 15 dias de utilização vai descobrir uma nova pele, lisa, sem manchas, sem acne e com um aspeto brilhante e nutrido.


Ao adquirir um destes cremes, opte por um que seja o mais natural possível pois por vezes as marcas de cosméticos têm tendência a colocar outros componentes, mas neste caso, o mais indicado é que seja o mais natural possível.


Abrace a natureza e descubra um rosto cada vez mais perfeito com o creme baba de caracol!

quinta-feira

Imperiais, tremoços e caracóis: serão saudáveis?


Uma cerveja acompanhada por um prato de caracóis são alguns dos nossos tradicionais hábitos de verão. Falámos com uma nutricionista para saber se podem ser considerados saudáveis.









Chega o verão e não é apenas a temperatura que muda. Por muitas vezes ser sinónimo de férias, é sempre altura propícia para alguns deslizes no que concerne à alimentação. Na esplanada, sob o sol, regressa a vontade de partilhar uma conversa entre amigos à volta destes hábitos que, não nos sendo exclusivos, também são bem portugueses. Mas fica a questão: serão saudáveis? O melhor mesmo é irmos por partes.







Caracóis, os reis da esplanada










A nutricionista Ana Carolina Soares alerta que os caracóis "devem ser bem confecionados". Mas até podem ser um bom substituto para um lanche. Constituídos por água, ricos em proteínas e pobres em gorduras, os caracóis contém cálcio mas também cobre, ferro, magnésio, e zinco, o tipo de sais minerais que contribui para a saúde do organismo. Possuem um baixo valor calórico, de cerca de 100 quilocalorias por 100 gramas, e como na sua confeção são cozidos, mantém boa parte das suas propriedades. 










Em Portugal tornou-se um dos nossos clássicos de verão. E é normal vermos esplanadas ocupadas por gente tão diferente em torno de algo em comum: um prato de caracóis, sejam os mais pequenos, sejam os maiores, de concha castanha escura, mais conhecidos por caracoletas. Mas o hábito de comer caracóis não é nosso nem é de agora. Muito antes de nós, cerca de 300 A.C., já Aristóteles descrevera pormenores relativos à produção e consumo de caracóis. Alguns achados arqueológicos revelaram conchas de caracóis junto a vestígios de ossos e fogueiras, o que poderá querer dizer que já os nossos antepassados pré-históricos se sentavam "à mesa" para degustar um bom prato de caracóis. Embora para quem não aprecie caracóis, a principal razão seja uma simples questão de paladar e de estética – convenhamos que não é o prato mais bonito que já nos passou pela frente –, mesmo os seus apreciadores devem ter atenção ao que comem. É que apesar do valor nutritivo destes pequenos animais, a confeção pode conter extras, como bacon ou toucinho, que, embora apetitosos, aumentam inevitavelmente o valor calórico do prato. Mas o cuidado, alerta a nutricionista, deve estar também com "o pão e a manteiga", que muitas vezes acompanham o prato de caracóis.










A "saúde" de uma cerveja







Deixamos para o fim a rainha das nossas esplanadas: a cerveja. Entre as bebidas alcoólicas, a cerveja é das que tem menor teor alcoólico, algures entre 3 a 8% por volume. Trata-se de uma bebida já consumida há milhares de anos e apreciada pelos mais diversos povos. Em média, o seu valor calórico andará à volta de 42 calorias por 100 ml, o que quer dizer que uma lata de cerveja rondará as 130 calorias.










Como as bebidas alcoólicas fermentam com alguma facilidade no estômago, têm tendência a dilatá-lo. O que quer dizer que a expressão "barriga de cerveja", embora possa ter alguma validade, não deixa de ser algo preconceituosa: muitas outras bebidas alcoólicas têm o mesmo efeito. Apesar de tudo, se a opção for por uma cerveja, moderação é a palavra certa. A cerveja tem "vitaminas de complexo B, que são importantes em tudo o que é o processo de energia no nosso corpo". Mas quando perguntamos se tem mais benefícios do que malefícios, Ana Carolina Soares sorri, desconfiada da pergunta. "É discutível", mas também "dependerá da pessoa", esclarece.







Na verdade fruta e saladas continuam a ser algumas das opções mais leves e saudáveis para o verão. São frescas, saborosas e vão certamente ser eficazes quando o que se quer é manter uma barriga tonificada. Mas se no verão costumamos cometer alguns excessos, a verdade é que há claramente tradicionais piores do que outros. As batatas-fritas de pacote, snacks, gelados muito calóricos ou a já tradicional bola de Berlim na praia, acabam por ser opções com poucos benefícios do ponto de vista nutricional.










Por isso, se se sentar na esplanada em boa companhia, de espírito pronto para alguns excessos alimentares, se calhar a melhor opção é ficar pelos nossos tradicionais mais antigos. Um prato de tremoços ou de caracóis substituirá o lanche. E em vez de um refrigerante muito calórico, talvez até não seja má ideia escolher uma cerveja fresquinha. Não convém é abusar. E lembre-se: com ou sem álcool, beba com moderação. A barriga tonificada irá agradecer.


What do Land Snails Eat?


What do Land Snails Eat?




Snails tend to feed on a variety of items found in their natural habitat. What they will actually consume depends on where they live and the species of snail that they are. Some common items for their diet include plants, fruits, vegetables, and algae. Plants that are decaying are often a good meal for them. Seeking for calcium to get a thicker shell, snails usually will eat the dirt.


Most snail species are herbivores, which means they have only a plant diet, but some species are carnivores or omnivores. You will likely find snails around your garden as this offers them plenty of fresh plants and leaves to eat. If you use herbicides or pesticides on your plants you may be causing the death of many snails without even realizing it.


Snails as pests



Large numbers of snails though in a garden or even where farmers are growing crops can quickly become a serious problem. They will consume enough of what it growing to ruin the hard work that has been put into the area. If you are talking about a location where someone is growing food to eat or to sell then their livelihood is also being compromised. This is why people do all they can to prevent snails from consuming the agricultural crops that they are growing.


To be more humane, many that have gardens or farms strive to trap the snails that are in the vicinity rather than killing them. They either release them back into new environments or they will sell them as a source of food. Some of the easiest ways to trap them is to place lids from jars with beer in them in the garden.


For farmers that have too much land to do this, they have come up with another way to prevent damage to their crops. This involves placing 6 inch screens of copper that is placed in the ground. The slime from the snails doesn’t seem to mix very well with the copper and that means they will stay away from the foods that are growing. This process has been very successful.


Snails have to feed on foods that include large amounts of calcium. This is necessary to keep their shell hard and protective like it should be. When looking for food they use their powerful sense of smell to find their food. Snails can breathe through their skin and through an opening called the pneumostome visible on the right side of their bodies. (1) Snails have very poor vision so they can’t see what may be very close to them, but that is compensated with an excellent sense of smell.


Snails are nocturnal so they will be looking for sources of food during the night or during the very early morning hours. (2) They will consume more food at the colder months ahead come. This is so they can store up fat reserves to live on while some they hibernate during the winter.


When food sources are very low in the summer or spring months, they may voluntarily put their body into a state of hibernation as well. This allows them to conserve energy and not need to forage for additional food. This is a mechanism that allows them to be able to survive in difficult conditions of drought. (3)


They have a tongue that is very rough and the technical term for it is radula. They have rows of very small teeth that they use to scrap against the foods they want to consume. When you have snails as pets you want to pay close attention to their diet. If you feed them anything containing salt or sugar they will die.




They are often said to be very noisy eaters. However, the sounds you hear aren’t them consuming the food. Instead it is a part of the body called the radula which is tearing on what has been swallowed so it can find its way to the digestive tract.


(1)    http://www.pbs.org/kcet/shapeoflife/resources/snail.html




(2)    http://pss.uvm.edu/ppp/pubs/el14.htm


(3)    http://www.ipm.ucdavis.edu/PMG/PESTNOTES/pn7427.html