terça-feira
Receita de Caracóis no Espeto
Mais uma receita deliciosa para surpreender os seus familiares e amigos
Ingredientes:
- 8 a 10 caracóis (por pessoa) pré-cozidos e retirados da concha
- tiras de bacon
- cogumelos
- 1 ovo batido
- sal e pimenta a gosto
- alho
- farinha de trigo ou pão ralado
- manteiga
- azeite

Confecção:
- Intercalar em cada espeto (bem pequeno) 1 ou 2 caracóis com pedacinhos de bacon e cogumelos.
- Passar por uma mistura de ovo batido com o azeite, o sal, a pimenta e o alho, e depois passar na farinha ou pão ralado.
- Fritar na manteiga, girando-os na frigideira até ficarem totalmente dourados.
- Servir em seguida.
- Para acompanhar aconselhamos um vinho branco leve, bem fresco.
quarta-feira
O caracol
Caracol
Os caracóis são moluscos gastrópodes, não são insectos como as moscas e os escaravelhos nem aracnídeos como as aranhas. Têm uma espécie de “pé” que lhes permite deslizar sobre um rasto de muco que segregam. Os caracóis deslocam-se muito devagar, mas conseguem fixar-se e subir ou descer sempre que for necessário.
Na sua generalidade, os caracóis são ao mesmo tempo macho e fêmea (hermafroditas) e podem acasalar com qualquer outro caracol da sua espécie, desde que este se mostre disponível!
É chique pedir escargots num restaurante, mas estes não passam de caracóis!
Podemos comer os caracóis do nosso quintal desde que depois de capturados fiquem sem alimento durante uns dias, para limpar o seu sistema digestivo.
São uma delícia!
Concha: é feita de cálcio, endurecida para proporcionar protecção contra a maioria dos predadores, mas não contra todas as aves.
Padrão: o padrão das conchas dos caracóis difere de espécie para espécie. No entanto, na mesma espécie, alguns indivíduos exibem uma coloração diferente.
Espiral: no sentido dos ponteiros do relógio ou no sentido contrário, consoante a espécie.
Alimento: principalmente plantas, mas certos caracóis são predadores e comem outros caracóis, também podem comer excrementos de aves.
“Pé”: os caracóis deslocam-se usando o seu músculo ventral que é muito desenvolvido.
Tentáculos: na extremidade dos tentáculos ficam os olhos do caracol.
Pele: sensível, depende da protecção da concha para não secar.
Muco: permite a deslocação do caracol, protege-lhe a pele e ajuda-o a fixar-se em superfícies lisas, como as folhas.
Rádula: “língua”, tipo ralador, que lhes permite desfazer a comida.
Espécie em vias de extinção: os caracóis podem parecer animais vulgares, mas alguns encontram-se ameaçados de extinção. Por exemplo, muitas espécies do género Partula encontram-se extintas na natureza devido à acção do Homem. Outras existem apenas em cativeiro, reproduzindo-se em jardins zoológicos.
Pragas: certas espécies de caracóis podem constituir uma praga para os agricultores quando devoram as plantas cultivadas.
Reprodução: os caracóis têm uma corte elaborada que se inicia pelo disparo de um dardo “de amor” por ambos, que os predispõe para o acasalamento! Depois de acasalarem, ambos podem pôr ovos.
Postura: os caracóis escavam um buraco e enterram entre 30 a 50 ovos no chão. Estes ovos são redondos e possuem uma casca branca dura.
Desenvolvimento directo: quando os ovos eclodem, os jovens caracóis já têm a respectiva concha e crescem até atingir o estado adulto.
Espécies: conhecem-se cerca de 35 mil espécies de gastrópodes que incluem os caracóis e as lesmas. Os gastrópodes pertencem ao grupo dos moluscos que são na sua maioria aquáticos, e entre as quais se incluem os bivalves, os polvos e as lulas.
terça-feira
Caviar de caracol algarvio a 1500 euros o quilo
Jovem de 29 anos aposta em negócio inovador e prepara-se para exportar para China e Dubai
Aquele que poderia ser considerado o jovem mais empreendedor do Algarve, Altair Joaquim, de 29 anos, está a apostar forte na criação e produção de “caviar” de caracol, na zona de Olhão, e já se prepara para exportar para a China e o Dubai.
As ovas são consideradas super exclusivas já que são bastante raras.
Um quilo pode valer mais de 1500 euros, conta o jovem algarvio, que há quatro anos criou a ‘Caviar Blanc’ para se dedicar a este “produto inovador” e com um enorme potencial. Altair sonha tornar o Algarve num local de grande relevo na produção deste tipo de caviar…
Escargot Caviar
If you think gathering sturgeon caviar is hard, consider this: scientists say that when snails make love, it can take anywhere from seven hours to a few years to complete the act, after which the snails lay only about 100 eggs in the dirt.
That’s a lot of love that goes into those eggs, and for a few enterprising, daring chefs, those eggs are an earthy, woodsy garnish for blinis, salads, or soups. For Chef Matthew Dolan of San Francisco’s Twenty-Five Lusk, the tiny white pearls have become an obsession that he took back with him from Finland.
“I heard about them in Helsinki, where there’s a very deep fish egg culture, but I didn’t try them,” Dolan says. At least initially, he was understandably turned off by the idea of eating snail eggs. But thanks to a stubborn purveyor who kept foisting tins of the unusual ovaries on him, Dolan relented. “I had the idea that it would be the slimiest, nastiest thing out there,” he says. “But I was wrong. It tasted like the forest floor. The flavors were more like aromas. It was like a pine forest on a warm summer day.”
His initial distaste has quickly molted into obsession, and a need to find the perfect flavor combination for the pearly white caviar, which resemble cooked Israeli couscous but have a firmer texture. “After I tasted the caviar, I couldn’t stop talking about it. I ended up eating half the tin. My wife was like, ‘if I hear about escargot caviar one more time…’”
Dolan might be abundant in his praise, but escargot caviar actually has an understated elegance. It’s almost like a flavor Rorschach test: the caviar tastes different to everybody. For some, the eggs bring out hints of pine, mushroom, and rosemary. For Dolan’s sommelier, they tasted a bit like grape leaves (“maybe the snails were snacking on them that day? I dunno,” he says). Some, like Kelly Stern, owner of Beverly Hills Caviar, say they taste like non-spicy onions. One thing has been almost universal, though: diners at Twenty-Five Luskhave almost all taken to snail caviar with wide-eyed pleasure. “They all go in expecting one thing, something very assertive, and then they’re amazed that it’s so mild and pleasant,” Dolan says. “It’s like a surprise and a relief at the same time.”
PURVEYOR STARTS THE SLOW(ER) FOOD MOVEMENT
Snail caviar is a rare product in Europe, and rarer still in the United States—mostly because for years the eggs were thought bland and tasteless. But several years ago a former French chef-turned-snail-harvester decided to change up the cultivation process, which has now led to a tiny but burgeoning snail caviar industry and a growing appetite for the eggs.
Many credit the growing popularity to Dominique Pierru, who in 2004 claims he and his wife “wanted to have a more stable, sedentary profession and snail breeding was the perfect answer.” Pierru claims to have removed the pasteurization process, which had previously dulled the caviar’s earthy flavors, instead simply quick-blanching the eggs in a hot bouillon and then curing them in sea salt, starch, citric acid, and rosemary.
Because of the labor involved—each snail lays only 100 eggs a year—a 30-gram tin of snail caviar can run upwards of $100, more than most domestic sturgeon roe (but not as much as the best Osetra caviar, which still reigns supreme).
Some chefs have run across the caviar by accident, and may start including the item in dishes. Former Chez TJ Chef Joey Elantario says he ran across dollops of snail caviar in the Palo Alto, California, restaurant’s garden, but harvesting enough of the eggs for a dish would be near-impossible. “They were great, though. We [the kitchen staff] snacked on them,” he says.
NOT IN THE CHAMPAGNE ROOM
One mistake some chefs might make is treating snail caviar like its fishy cousin. “We see it as a very fine way to serve something that tastes faintly like vegetables,” says Stern, whose company has sold snail eggs for five years and is now offering tins of it at new caviar vending machines. “You have to eat something else to understand its flavor. On its own it’s not impressive, but in contrast it shows off its flavor.”
Even the time-tested caviar combo of blinis, crème fraîche, and Champagne becomes tricky with snail eggs, which are far less assertive and taste much earthier than sturgeon. “You need to get away from blini and crème fraîche,” Dolan says.
StarChefs.com tasted Dolan’s second attempt at flavor pairing snail caviar, an ahi tuna appetizer with vanilla powder and avocado mousse. The caviar gave a nice balance to the fish and served almost as a truffle addition—gilding the lily with a bit of luxury beyond the reach of most mortals.
quinta-feira
Produção de caracóis rende três milhões e está a crescer em Portugal
A produção de caracóis em Portugal ultrapassa as 500 toneladas/ano e rende três milhões de euros, mas pode crescer muito se multiplicar as exportações, segundo dados divulgados hoje na Lourinhã no I Encontro Nacional de Helicicultores.
A informação disponibilizada aponta para a existência de centena e meia de produtores, de norte a sul do país, e 300 hectares de área de produção.
Entre 2012 e 2013, o número de produtores aumentou mais de 200%, graças em parte ao financiamento comunitário de projetos.
Antes de 2009, estima-se, existiriam apenas cinco produtores em todo o país, mas a procura por áreas de negócio alternativas à agricultura tem vindo a atrair investidores e em 2013 os produtores eram já mais de 60.
A Helixcoop, a única cooperativa de helicicultores a nível nacional, tinha 13 associados em 2011, quando foi constituída, e hoje possui cerca de 30.
Em Portugal, são consumidas por ano cerca de 13 mil toneladas de caracóis, de várias espécies, por ano.
Dados de 2014 apontam para mais de 500 toneladas produzidas e três milhões de euros faturados. Desta produção, 80 a 90% tem como destino o mercado nacional, mas em 2014 o país importou 1,1 toneladas, adquiridas a um preço médio de um euro por cada quilograma.
Em contrapartida, exportou 22,6 toneladas, vendendo o produto a um preço médio de três euros o quilograma e tendo como principais mercados a Espanha, França, Itália, os grandes concorrentes de Portugal no mercado externo. Entre os mercados emergentes estão países asiáticos e árabes.
Os helicicultores querem, por isso, valorizar a produção nacional, combatendo a entrada de outras espécies, como a "caracoleta de Marrocos", vendida a baixos preços e sem grande qualidade, e apostando na exportação e na transformação do produto, por exemplo, com a venda de miolo de caracol ou pratos já confecionados.
"É um produto com grande valor nutricional, nomeadamente proteico, e pode substituir muitas carnes, por ter baixo teor de gorduras", explicou Paulo Geraldes, presidente da Helixcoop, que tem sede na Lourinhã.
Os caracóis têm também compostos bioativos que previnem o cancro, motivo pelo qual os ovos e a baba de caracol são procurados pela indústria farmacêutica. O helicicultor adiantou que 1 a 2% da produção tem já esse destino.
A Helixcoop está a desenvolver um projeto para criar a primeira organização de produtores do país, no sentido de organizar a produção e criar canais de comercialização, não só junto de cadeias de hipermercados nacionais, que já absorvem 15 a 20 toneladas, bem como no estrangeiro.
LUSA
A informação disponibilizada aponta para a existência de centena e meia de produtores, de norte a sul do país, e 300 hectares de área de produção.
Entre 2012 e 2013, o número de produtores aumentou mais de 200%, graças em parte ao financiamento comunitário de projetos.
Antes de 2009, estima-se, existiriam apenas cinco produtores em todo o país, mas a procura por áreas de negócio alternativas à agricultura tem vindo a atrair investidores e em 2013 os produtores eram já mais de 60.
A Helixcoop, a única cooperativa de helicicultores a nível nacional, tinha 13 associados em 2011, quando foi constituída, e hoje possui cerca de 30.
Em Portugal, são consumidas por ano cerca de 13 mil toneladas de caracóis, de várias espécies, por ano.
Dados de 2014 apontam para mais de 500 toneladas produzidas e três milhões de euros faturados. Desta produção, 80 a 90% tem como destino o mercado nacional, mas em 2014 o país importou 1,1 toneladas, adquiridas a um preço médio de um euro por cada quilograma.
Em contrapartida, exportou 22,6 toneladas, vendendo o produto a um preço médio de três euros o quilograma e tendo como principais mercados a Espanha, França, Itália, os grandes concorrentes de Portugal no mercado externo. Entre os mercados emergentes estão países asiáticos e árabes.
Os helicicultores querem, por isso, valorizar a produção nacional, combatendo a entrada de outras espécies, como a "caracoleta de Marrocos", vendida a baixos preços e sem grande qualidade, e apostando na exportação e na transformação do produto, por exemplo, com a venda de miolo de caracol ou pratos já confecionados.
"É um produto com grande valor nutricional, nomeadamente proteico, e pode substituir muitas carnes, por ter baixo teor de gorduras", explicou Paulo Geraldes, presidente da Helixcoop, que tem sede na Lourinhã.
Os caracóis têm também compostos bioativos que previnem o cancro, motivo pelo qual os ovos e a baba de caracol são procurados pela indústria farmacêutica. O helicicultor adiantou que 1 a 2% da produção tem já esse destino.
A Helixcoop está a desenvolver um projeto para criar a primeira organização de produtores do país, no sentido de organizar a produção e criar canais de comercialização, não só junto de cadeias de hipermercados nacionais, que já absorvem 15 a 20 toneladas, bem como no estrangeiro.
LUSA
terça-feira
Já conhece o creme de baba de caracol ?
Qualquer mulher que se preocupe com o seu aspeto, sabe a importância de manter um rosto belo e bem cuidado. Um dos grandes segredos é manter a pele do rosto sempre hidratada, até como forma de evitar as rugas nas mulheres mais jovens, no entanto isto não soluciona todos os problemas que a pele possa ter.
O creme de baba de caracol é um creme que utiliza precisamente a baba do caracol como ingrediente principal, apesar de esta ideia poder parecer estranha inicialmente, verá que este creme terá efeitos fantásticos na sua pele.
O caracol produz esta baba para conseguir regenerar a sua casca e se o consegue, imagine o que este creme não pode fazer pela sua pele.
O creme de baba de caracol é especialmente indicado para mulher que tem manchas no rosto ou problemas de acne. Existem inúmeras soluções no mercado mas infelizmente, muitas delas acabam por não fazer qualquer efeito, já o creme de baba de caracol por ter uma abordagem completamente diferente, irá provocar melhorias na sua pele do rosto que são visíveis logo após a segunda aplicação.
Conheça o creme que está em voga atualmente e saiba o que ele pode fazer pela sua pele.
Benefícios do creme baba de caracol
Já sabe que o caracol utiliza esta baba para conseguir regenerar a sua casca, descubra agora os benefícios para o seu rosto. Mesmo que não tenha alguns problemas para os quais este creme é indicado, como acne, poderá utilizar o creme de qualquer das formas.
O creme de baba de caracol é natural e sem contra-indicações conhecidas, portanto poderá utilizar como o seu creme habitual. Entre os benefícios deste creme destacamos:
- Contém alantoína que possibilita a regeneração da pele;
- Possui vitaminas e proteínas que enriquecem, dão suavidade e possuem um efeito anti-inflamatório;
- Contém antibióticos naturais que combatem as bactérias da pele, ajudando assim a eliminar o acne;
- É rico em colagénio e elastina que são componentes do tecido conectivo da pele, logo ajuda a eliminar as rugas;
- Possui ainda ácido glicólico que permite a esfoliação ou o “peeling”;
- Entre outros.
Como pode verificar, o creme de baba de caracol é como a maquilhagem invisível, mantém a sua pele lisa, suave e hidratada, dando-lhe um aspeto saudável sem o uso de qualquer maquilhagem. A partir da primeira utilização vai notar a suavidade na pele, mas a partir da segunda utilização já conseguir verificar que a sua pele se encontra mais lisa e uniforme.
Como utilizar o creme baba de caracol?
O creme de baba de caracol não necessita de condições especiais para a aplicação. Sendo um creme natural que utiliza elementos presentes na natureza, o creme de baba de caracol pode ser utilizado como creme de dia ou de noite. No entanto, uma vez que a maior parte da regeneração da pele ocorre enquanto dormimos, recomendamos a aplicação de noite (se não puder utilizar de dia e de noite).
Para uma maior eficácia e consequente beleza da pele, a mulher deve utilizar este creme após limpar a pele, de forma a que todas as propriedades sejam devidamente absorvidas.
A mulher pode conjugar este creme com uma limpeza da pele em três pequenos passos, ou seja, execute primeiro a limpeza mas substitua o creme final pelo creme de baba de caracol.
Este creme vai rejuvenescer a sua pele sem que para isso seja necessário um grande esforço, após 15 dias de utilização vai descobrir uma nova pele, lisa, sem manchas, sem acne e com um aspeto brilhante e nutrido.
Ao adquirir um destes cremes, opte por um que seja o mais natural possível pois por vezes as marcas de cosméticos têm tendência a colocar outros componentes, mas neste caso, o mais indicado é que seja o mais natural possível.
Abrace a natureza e descubra um rosto cada vez mais perfeito com o creme baba de caracol!
Subscrever:
Mensagens (Atom)



